quarta-feira, 17 de junho de 2015
Senha 58
Estou no cartório do 1º ofício de registro de imóveis esperando ser maltratada, mandada embora sob a alegação que falta algum carimbo, xerox autenticada, firma reconhecida...
terça-feira, 16 de junho de 2015
A arte de fazer complô para o que ocorrer
Soube de um método aplicado por um grupo contra o conselho de administração de um condomínio. Uma pessoa angaria procurações de diversos condôminos e assim consegue fazer valer sua posição e oposição nas votações.
Causas justas, boa vontade e alumínio
Para meu pequeno condomínio, o debate sobre o lixo restringe-se à discussão sobre a conveniência de termos um funcionário para retirar o lixo dos apartamentos e empilhá-lo na calçada nas segundas, quartas e sextas. Com pouco dinheiro e muitos problemas, ainda não conseguimos integrar um sistema de reciclagem. Sim, um sistema. Precisamos de um conjunto de elementos, fluxos, instituições e pactos que juntos garantiriam a continuidade do movimento. A boa vontade afoita nos anima a deixar a inércia estática, mas se algum elemento chave falha, podemos cambalear e tombar frustrados tentando outra vez iniciativas solitárias.
Faço todo esse preâmbulo para contar dois casos de condomínios que aderiram à coleta de material reciclável.
Causo 1. A soberana assembleia decidiu firmar contrato com uma cooperativa de coleta de material reciclável. Logo foi instalada uma estrutura engraçada em formato de garrafa onde as pessoas rumariam tudo que consideravam reciclável. Houve uma campanha de sensibilização e muitos moradores aderiram; mas, como lixo é lixo, as caixas, garrafas e latas (para dizer o mínimo) ainda eram depositadas com restos de comida. A empresa talvez tenha subdimensionado a demanda. A incompetência logística comprometeu a coleta. Os ratos e baratas deram a palavra final na discussão e não se fala mais nisso.
Causo 2. O edifício, muito maior do que o do causo 1, institui uma comissão para discutir e propor à assembleia ações relativas à destinação de resíduos sólidos. Uma cooperativa torna-se parceira do condomínio. Sua condição é que eles façam também a coleta das latas. E o sistema se firma com um ambiente favorável: moradores engajados, avisos educativos, caixas adesivas e coletas periódicas. Um pequeno problema apareceu após uma festa. Um funcionário pediu para trocar o turno de trabalho para se encarregar da arrumação do salão de festa. Terminado o serviço, ele queria levar as latas e foi proibido pela pessoa responsável pelo salão de festa. Descompreendo, descompreendido, exaltado, arriscou levar uma advertência por falta disciplinar e insubordinação.
Faço todo esse preâmbulo para contar dois casos de condomínios que aderiram à coleta de material reciclável.
Causo 1. A soberana assembleia decidiu firmar contrato com uma cooperativa de coleta de material reciclável. Logo foi instalada uma estrutura engraçada em formato de garrafa onde as pessoas rumariam tudo que consideravam reciclável. Houve uma campanha de sensibilização e muitos moradores aderiram; mas, como lixo é lixo, as caixas, garrafas e latas (para dizer o mínimo) ainda eram depositadas com restos de comida. A empresa talvez tenha subdimensionado a demanda. A incompetência logística comprometeu a coleta. Os ratos e baratas deram a palavra final na discussão e não se fala mais nisso.
Causo 2. O edifício, muito maior do que o do causo 1, institui uma comissão para discutir e propor à assembleia ações relativas à destinação de resíduos sólidos. Uma cooperativa torna-se parceira do condomínio. Sua condição é que eles façam também a coleta das latas. E o sistema se firma com um ambiente favorável: moradores engajados, avisos educativos, caixas adesivas e coletas periódicas. Um pequeno problema apareceu após uma festa. Um funcionário pediu para trocar o turno de trabalho para se encarregar da arrumação do salão de festa. Terminado o serviço, ele queria levar as latas e foi proibido pela pessoa responsável pelo salão de festa. Descompreendo, descompreendido, exaltado, arriscou levar uma advertência por falta disciplinar e insubordinação.
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