quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Ratos imaginários, pedras e Barros

Estamos aqui nos encaminhamentos d´o que ocorrer da assembleia de agosto de 2014.

Meu vizinho sinalizou que o condomínio precisava consertar o passeio. Tinha um buraco que ele achava que tinha sido feito por um rato, um ser humano poderia se acidentar e arriscaríamos ser processados.

Eu estava bem confiante e orgulhosa que o carregamento de pedras portuguesas daria conta do assunto. O buraco esperou pacientemente pelo meu retorno. Ontem, eu, o subsíndico, o pedreiro e o zelador nos reunimos no térreo para discutir sobre as pedras e as águas. Quase Manoel de Barros.

E minha confiança, atônica, abatida com o o fato de não haver rato algum. Era uma infiltração meteórica debaixo do passeio por conta de um cano rachado. E o carregamento de pedras portuguesas não tinha pedras pretas, só marrons e brancas.

Aí mandei um zap para dona do apartamento do subsolo dizendo que solucionamos um problema que não sabíamos que tínhamos.

("Digitando...").
- Ok.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Bomba, tremor e subsolo

O silêncio desses últimos meses não significa nada; estou aqui na ativa. Eu estava no Chile durante o terremoto e a bomba de água do prédio queimou. Meu vizinho mandou uma mensagem. Fiz logo um grupo no whatsapp juntando nós, o subsindico e a empresa de contabilidade pra dar um suporte administrativo. Meu vizinho saiu pra comprar a bomba, o subsindico autorizou o reembolso, chegou a bomba, já acharam um broder pra fazer a instalação e pronto. 

Da última vez que rolou problema com a bomba teve mais emoção. Foram uns dois dias sem água subindo e descendo pro reservatório. Conheci um monte de gente. Quem tava puto, tava puto. Quem ria, ria. No subsolo não tinha farsa nem indiferença.
Quando me chamam Dona Gina me sinto latifundiária.