Estamos aqui nos encaminhamentos d´o que ocorrer da assembleia de agosto de 2014.
Meu vizinho sinalizou que o condomínio precisava consertar o passeio. Tinha um buraco que ele achava que tinha sido feito por um rato, um ser humano poderia se acidentar e arriscaríamos ser processados.
Eu estava bem confiante e orgulhosa que o carregamento de pedras portuguesas daria conta do assunto. O buraco esperou pacientemente pelo meu retorno. Ontem, eu, o subsíndico, o pedreiro e o zelador nos reunimos no térreo para discutir sobre as pedras e as águas. Quase Manoel de Barros.
E minha confiança, atônica, abatida com o o fato de não haver rato algum. Era uma infiltração meteórica debaixo do passeio por conta de um cano rachado. E o carregamento de pedras portuguesas não tinha pedras pretas, só marrons e brancas.
Aí mandei um zap para dona do apartamento do subsolo dizendo que solucionamos um problema que não sabíamos que tínhamos.
("Digitando...").
- Ok.
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Bomba, tremor e subsolo
O silêncio desses últimos meses não significa nada; estou aqui na ativa. Eu estava no Chile durante o terremoto e a bomba de água do prédio queimou. Meu vizinho mandou uma mensagem. Fiz logo um grupo no whatsapp juntando nós, o subsindico e a empresa de contabilidade pra dar um suporte administrativo. Meu vizinho saiu pra comprar a bomba, o subsindico autorizou o reembolso, chegou a bomba, já acharam um broder pra fazer a instalação e pronto.
Da última vez que rolou problema com a bomba teve mais emoção. Foram uns dois dias sem água subindo e descendo pro reservatório. Conheci um monte de gente. Quem tava puto, tava puto. Quem ria, ria. No subsolo não tinha farsa nem indiferença.
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