Eu faço esse serviço voluntário para a gente ter uma melhor qualidade de vida. O que me move é a alegria de uns e outros, a vontade de trabalhar, a teimosia e a esperança de chegarem vizinhos bacanas. A felicidade permanece como uma pergunta nadando nesse cansaço.
É uma missão escondida no tempo que as pessoas não dimensionam. É o processo no cartório, por exemplo, que durou de maio de 15 até fevereiro de 16 com alguns aborrecimentos porque tudo é muito contra a fluidez dos processos. É a discussão com a antiga administração que nos rendeu uma economia de quase quatro mil / ano. Além disso, quitamos nossa arrastada dívida com a contabilidade. E a tal da Embasa? A conta está 50% do valor mais baixo do que pagamos no ano passado. Não pagamos mais juros, multa e temos algum recurso não comprometido no final do mês. Somos ufa!-nistas.
Em agosto de 15, tivemos uma importante assembleia sobre a re-reforma do telhado. Claro que depois de um ajuste de 65% no valor mensal, havia uma resistência generalizada contra a cobrança de taxa extra. Ok. Qual o acordo depois do parlatório? Chamar de taxa de investimento e oferecer condições bacanas para pagamento.
Houve um engajamento silencioso pró realização da obra. Em fevereiro de 16, esperávamos que ainda nos faltasse muito para fazer a reforma. Para nossa surpresa, só 0,025% estava pendente para integralizar o fundo.
O tempo passou, vários prestadores de serviço passaram, aprendi um monte de coisa sobre laje, infiltração e afins, e finalmente amanhã começamos a reforma do telhado. Isso significa que daqui a quinze dias encerramos um longo ciclo de tensão, discórdia e transtornos.
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